4 de abril de 2017

Livro da vez: A Garota no Trem

“Ela está enterrada sob uma bétula, perto da velha ferrovia, seu tumulo marcado com pedras. Não mais que um montinho de pedras, pois eu não queria atrair atenção para seu lugar de descanso, mas também não podia deixa-la sem nenhum tipo de memorial. Ali ela vai dormir em paz, sem ninguém para perturbá-la, sem nenhum som além do canto dos pássaros e do ruído dos trens que ali passam.”


Fazia um bom tempo que as pessoas me indicavam a leitura de A Garota no Trem, mas por alguma razão eu vivia adiando a leitura, até que semana passada eu decidi finalmente dar uma oportunidade ao livro.

O livro vai contar a história de Rachel uma mulher que todos os dias pega o trem das 8hs rumo a Londres, e todos os dias quando o trem para em um sinal vermelho, ela observa as casas a beira da linha férrea, mas uma em especial sempre lhe chama mais a atenção, é a casa de número 15, e todos os dias ela se pega fantasiando a vida dos habitantes que moram ali, o quanto eles se amam e formam um casal perfeito, ela chega até mesmo a dar um nome fictício ao casal, Jason e Jess (que na verdade são Scoot e Megan). Até que certo dia Rachel presencia uma cena que a deixa chocada, e logo depois ela descobre que Megan está desaparecida.
Eu comecei a leitura de A Garota no Trem na semana passada, porem infelizmente ainda não tive tempo suficiente para me dedicar a leitura, mas confesso que o livro é bastante instigante e tem um enredo capaz de cativar facilmente o leitor. Apesar de não ler constantemente livros do gênero, thrillers sempre chamaram minha atenção de alguma forma, e quase sempre nas primeiras páginas eles já me cativam, e com esse livro não poderia ser diferente, e mesmo que ainda esteja na página 107, já tenho umas dez teorias diferentes do que pode ter acontecido com Megan.
Se por um lado a trama já me cativou, infelizmente não posso dizer o mesmo dos personagens, principalmente dos femininos... Todas elas parecem de algumas forma carregarem uma fragilidade fora do comum, e essa fragilidade me incomoda bastante, porque parece que a todo momento elas precisam de algum tipo de ajuda. E como Rachel tem o agravante de ser alcoólatra a fragilidade que a cerca é ainda maior e com o passar das páginas acaba irritando o leitor ainda mais.
Como eu não li muita coisa sobre o livro, eu não sei muito o que esperar dele, então só posso torcer para que o final de alguma forma valha a pena.

“Perdi o controle sobre tudo, até sobre os lugares dentro da minha cabeça.”

3 comentários:

  1. Gostei da sua resenha, apesar de não ser meu gênero preferido também. Já tinha bastante curiosidade sobre esse livre por ele estar sendo muito falado.Irei aguardar seus comentários finais, quem sabe eu não me interesse mais.

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  2. Gostei bastante da resenha ❤ me deu vontade de ler esse livro 😍

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  3. Adorei a sua resenha, eu sempre quis ler esse livro, porém não conhecia muito (e nem ia atras para conhecer) e sempre colocava outros livros na frente rsrs, agora que conheci um pouco mais por sua resenha, me interessei mais, parabéns.

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